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Governo marca para 30 de setembro leilão de 4G que pode arrecadar mais de R$8 bi


Após idas e vindas, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou nesta quinta-feira o edital do leilão da faixa de 700 MHz para serviço móvel de quarta geração (4G), garantindo a licitação para 30 de setembro e atendendo o anseios da área econômica do governo, que conta com o dinheiro das outorgas para o superávit primário.

O valor total mínimo das licenças para o leilão é de 7,71 bilhões de reais, segundo o edital. As operadoras vencedoras também arcarão com 3,6 bilhões de reais em custos da "limpeza" da faixa, atualmente ocupada pela radiodifusão analógica.

Segundo o presidente da Anatel, João Rezende, o cálculo dos valores mínimos das licenças não teve motivações arrendatórias. "Fizemos um trabalho técnico para chegar aos valores, não fizemos conta de chegada", disse.

A agência definiu que cada um dos três lotes nacionais de licença para 4G terá preço mínimo de 1,927 bilhão de reais. O quarto lote, com exceção das áreas de cobertura das operadoras CTBC e Sercomtel, tem preço mínimo de 1,893 bilhão de reais. Já os dois lotes regionais terão preço mínimo de 29,56 milhões e de 5,282 milhões de reais, respectivamente.

O edital também prevê desembolso adicional por outorgas de até cerca de 560 milhões de reais se as vencedoras do certame forem as empresas que já têm licença na frequência de 2,5 GHz, faixa na qual o serviço 4G é atualmente prestado no país.

Esse adicional atende exigência do Tribunal de Contas da União (TCU) e será pago se operadoras que já atuam no 4G usarem a faixa de 700 MHz para cumprir metas dos 2,5 GHz.

Empresas novas no mercado brasileiro que eventualmente arrematarem um dos lotes não precisam pagar o adicional.

Questionado sobre eventuais "novas entrantes" que poderiam entrar na disputa, Rezende disse apenas que espera que no leilão tenha muitos interessados.

(FONTE: Reuters Brasil)

Colheita de jabuticaba vira atração turística em Ariquemes, RO


Todos os anos, de agosto a setembro, o produtor Osvaldo Martins de Carvalho, de Ariquemes (RO), a cerca de 200 quilômetros de Porto Velho (RO), colhe mais de 14 toneladas de jabuticaba em sua propriedade rural. Além de vender a produção a supermercados, o negócio agora é voltado também para turistas, que querem conhecer de perto a colheita da fruta. De acordo com a prefeitura, a propriedade é a única da região que produz jabuticaba em grande escala.

Em 1991, o produtor começou a investir na cultura da fruta. São 180 pés de jabuticaba plantados em cerca de um hectare. Conforme Osvaldo, cada árvore produz em média 80 quilos da fruta. A plantação começa a ser cultivada antes do período da chuva, por meio de irrigação. “Se a gente esperar a chuva, os pés produzem tudo de uma vez e perdemos boa parte da colheita”, explica.

O motorista Vilson de Almeida conheceu a propriedade e quer voltar outras vezes com a família. Já o funcionário público Daniel da Silva ficou entusiasmado com a produção. “Nunca tinha visto um pé tão carregado de jabuticaba. É muita fruta. A gente vê que é um lugar bem cuidado. Vou levar alguns quilos para casa”, conclui.
A fruta é vendida in natura. Ao contrário do cultivo, que não exige muitos cuidados, a colheita é delicada. É necessário fazer a captação da fruta em pacotes de um quilo, para que ela não perca a qualidade. No entanto, os turistas não se importam com o trabalho. Devido à beleza das árvores, os visitantes tiram fotos e degustam a fruta ainda no pé. Cada quilo de jabuticaba é vendido por R$ 5.
(FONTE-G1/RONDONIA)

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