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Imagens mostram estragos causados por rebelião em presídio de Vilhena




Após rebelião que durou cerca de oito horas no presídio de segurança máxima de Vilhena (RO), distante cerca de 15 quilômetros do perímetro urbano do município, os estragos ainda não foram contabilizados pela unidade prisional. O motim aconteceu na noite de quarta-feira (30). A direção da unidade ainda divulgou o relatório dos danos causados na unidade.

Mais de 200 presos cumprem pena no presídio em regime fechado. Durante o motim, houve depredação do patrimônio, cadeiras e colchões foram incinerados. Os detentos reivindicavam a ampliação do horário de visita, afastamento do diretor do complexo, transferência de presos, permissão para fumar, dentre outras solicitações. O diretor da unidade, Juraci Duarte, informou que mais informações devem ser divulgadas no fim da tarde desta quinta-feira (31)
(FONTE-G1/RO

Argentina culpa os EUA por falta de acordo que a levou ao calote


Buenos Aires responsabilizou nesta quinta-feira (31) os Estados Unidos pelo fracasso nas negociações nos tribunais de Nova York com os fundos especulativos que levou a Argentina ao calote de parte de sua dívida.
"Se existe um juiz que é um agente dos fundos especulativos, que é um mediador [judicial] e um agente deles, de que justiça estão falando? Aqui há uma responsabilidade do Estado, dos Estados Unidos para gerar as condições de respeito irrestrito à soberania dos países", acusou o chefe de gabinete da presidência, Jorge Capitanich, falando à imprensa.

O ministro se referia ao juiz de Nova York, Thomas Griesa, e ao mediador designado por ele, Daniel Pollack, que conduziram as negociações para achar, segundo Capitanich, um caminho para o cumprimento da sentença a favor dos fundos especulativos contra a Argentina. Segundo a decisão, o país deve pagar US$ 1,33 bilhão a eles. As duas partes deram por fracassadas as negociações nesta quarta-feira.
Capitanich acusou Griesa e Pollack de incompetência "por não respeitarem a condição soberana da Argentina, por desconhecerem questões elementares e por não compreenderem o processo", segundo os jornais locais "Clarín" e "La Nación".

O chefe de gabinete também disse que a Argentina irá à Corte Internacional de Haya e à Organização das Nações Unidas (ONU) para denunciar os denominados "fundos abutres".
"Tentavam nos impor algo que era ilegal. A intenção era forçar uma situação ilegal. A Argentina está disposta a dialogar, a chegar a um consenso. Vamos buscar uma solução justa, equitativa e legal para 100% de nossos credores", declarou o o ministro da Economia, Axel Kicillof, ao se referir às negociações.
A Argentina e os fundos especulativos não chegaram a um acordo pela disputa em torno de sua dívida soberana depois de dois dias de discussões em Nova York e da declaração de um default seletivo por uma agência de classificação de risco.
A Standard & Poor's declarou a Argentina em "default seletivo" na quarta ao fim do prazo final para que pagasse US$ 539 milhões a credores que possuem bônus reestruturados nas trocas de 2005 e 2010. Esse dinheiro foi enviado pela Argentina a Nova York, mas bloqueado pelo juiz Thomas Griesa até que sua sentença fosse cumprida. O "default seletivo" significa que o governo argentino 

segue honrando parte de sua dívida, mas não efetuou o pagamento de bônus específicos.
O anúncio foi feito quando ainda não tinham terminado as negociações em Nova York entre o governo de Buenos Aires e os fundos especulativos, que exigem US$ 1,33 bilhão por bônus não pagos de 2001, de acordo com a decisão de Griesa.
No dia 26 de junho, a Argentina depositou pagamentos no valor de US$ 539 milhões aos credores da dívida reestruturada, mas o juiz Griesa bloqueou o dinheiro depositado em Nova York, vinculando sua liberação ao pagamento dos "holdouts" (fundos que não entraram na renegociação).

Nas discussões em Nova York, o governo argentino tentou convencer os "holdouts" a aceitar o pagamento dos US$ 1,33 bilhão depois do dia 1º de janeiro de 2015, quando expira a cláusula Rufo, que obriga o país a equiparar credores que aceitaram as propostas de reestruturação da dívida a qualquer outro credor que receba melhor tratamento. Os investidores que aceitaram renegociar as dívidas em 2005 e 2010 recebem, em parcelas, muito menos do que o valor original dos títulos. E é esse total que os "holdouts" querem receber agora.
A Argentina também tentava obter um "stay" (medida cautelar para suspender a aplicação da decisão) para facilitar as negociações com os fundos envolvendo a cláusula Rufo

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