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Rondônia: Cerca de 200 médicos não podem atuar em Hospitais, por não terem registros no Conselho Regional de Medicina

 



A faltas de médicos, que a cada dia vem aumentando em todo o país, revela que em Rondônia, essa realidade não é diferente, principalmente nos Hospitais, onde médicos do Programa Mais Médicos são impedidos de atuar, por não terem o CRM, que é o registro no Conselho Regional de Medicina. Normalmente os médicos do Programa Mais Médicos tem apenas o RMS, que é o Registro no Ministério da Saúde. Segundo um levantamento, junto aos secretários municipais de Saúde, esse número de médicos sem o CRM é próximo a 200. 
  
 A 2ª Vara Federal de Canoas, na Grande Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, decidiu que os médicos sem inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM), podem participar do edital de chamamento para o "Projeto Mais Médicos", lançado pelo Governo Federal para o enfrentamento da epidemia do COVID-19. A decisão, em caráter liminar, foi proferida em abril, pelo Juiz Felipe Veit Leal.

Mas mesmo assim, até hoje a luta dos municípios continua, devido a escassez de profissionais na área, onde os secretários de Saúde estão unidos, pressionando o Governo Federal para que busque uma solução para o problema. 
O secretário de Saúde do município de Alta Floresta, Sidney Alves, disse que a cada dia fica mais difícil manter as escalas. Segundo ele, ficaria mais fácil se pudesse contar com esses profissionais também no Hospital, pois o município tem dois médicos nessa situação.

Para conseguir o CRM no Conselho Regional de Medicina, os candidatos precisam  fazer várias provas em um processo muito burocrático, processo esse que é alvo de críticas por especialistas em Saúde Pública. Há quem diga que o conselho é mais uma mafia com o objetivo de dificultar que novos médicos formados consigam o registro para exercer a profissão, nesse senário médicos formados no exterior enfrentam uma verdadeira barreira para conseguir atuar no pais. 

Materia - Aírton Jose - Portal Princesa Web.

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