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OUÇA ÁUDIO: produtores rurais fazem manifestação em fazenda invadida e fazendeiro conta como foi torturado por sem-terra

 Vítima de Monte Negro narra agressões e humilhações na frente da família

 


Ontem, após uma carreata que percorreu as ruas de Chupinguaia, produtores rurais que participavam da manifestação foram até a fazenda Nossa Senhora Aparecida, invadida na semana passada por integrantes da Liga dos Camponeses Pobres (LCP). Os invasores provocaram destruição na propriedade e abateram vários animais (ENTENDA AQUI).
 
Em protesto contra os ataques, os manifestantes hastearam uma bandeira do Brasil e cantaram o hino nacional, após conferirem os danos causados pelos invasores, que destruíram o curral e queimaram casas, obrigando funcionários a fugirem do local.
 
Um dos participantes do protesto, o pecuarista Kiko Campo Grande, de Vilhena, contou o que sentiu: “voltei para casa triste, ao ver o que fizeram naquela propriedade, uma fazenda que é modelo de produtividade, com 1.500 hectares de lavouras e 4 mil cabeças de gado”.
 
O vilhenense disse que os produtores rurais se mobilizaram para cobrar do Governo de Rondônia ações efetivas contra as invasões. Segundo ele, hoje existem quase 100 reintegrações de posse determinadas pela justiça no Estado, mas as ordens não são cumpridas.
 
Kiko também contou que, enquanto os manifestantes estavam na fazenda saqueada, os sem-terra os observam de longe, de pontos altos da propriedade, usando binóculos e armas longas. “Eles adotam táticas de guerrilha”, denunciou o vilhenense.
 
TORTURA
Num grupo no WhatsApp, que reúne produtores rurais de todo o Estado, um fazendeiro do município de Monte Negro, em Rondônia, disse ter sido mantido em cárcere privado pela LCP. O fato aconteceu cerca de dois anos atrás quando, segundo narra a vítima no áudio, teria sido agredida pelos sem-terra na frente de sua família (CLIQUE ABAIXO e escute).
 
 
 





Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

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