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Caso Laryssa: Polícia não consegue fazer exame toxicológico no corpo de adolescente por falta de sangue

 Exame toxicológico mostraria se Laryssa foi drogada. Polícia ainda aguarda a conclusão do laudo que vai dizer se a adolescente foi estuprada.

O laudo que iria dizer se a adolescente Laryssa Victoria foi drogada, antes de ser morta e enterrada, não pôde ser realizado porque o corpo dela não tinha mais sangue. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (25) pela Polícia Civil de Ouro Preto do Oeste (RO).


De acordo com o delegado Niki Locatelli, a perícia confirma que a vítima sangrou até a morte e, por este motivo, não foi encontrado sangue no corpo dela para realizar o exame toxicológico.

O laudo toxicológico mostraria o que Laryssa teria ingerido entre o tempo que saiu da conveniência até a hora em que foi vista indo para a casa de Ronaldo.

Outras imagens, gravadas aproximadamente 1h30 depois, mostram a adolescente cambaleando e quase caindo, sendo puxada pelo suspeito por ruas do bairro Colina Park, próximo à casa de Ronaldo.

Agora, a Polícia Civil aguarda a conclusão do laudo de conjunção carnal, realizado através do DNA, para saber se a vítima foi estuprada. Segundo o delegado, o resultado deve demorar um pouco para ficar pronto.

Vídeos da noite do crime

Laryssa saiu de casa na noite da sexta-feira, 18 de março, para se encontrar com amigas em uma conveniência. Imagens de câmera de segurança mostram que ela encontrou com Ronaldo dos Santos Lira e saiu do local em sua companhia caminhando normalmente.

Preso e indiciado

O suspeito, preso em flagrante no dia 20 de março, quando a polícia encontrou o corpo de Laryssa enterrado no quintal de sua casa. Ele é assistente social em Ouro Preto e conhecido no meio político da região.


PERFIL: quem é o homem que matou e enterrou uma adolescente no quintal de casa

Inicialmente, Ronaldo não quis dar informações sobre o caso, mas há uma semana ele foi interrogado e confessou o crime. O suspeito afirmou que matou a adolescente pelo "desejo de matar" que tinha desde a infância.

Por Rauã Araújo, Rede Amazônica

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