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Câmara de Vereadores de Vilhena cria auxílio-alimentação, projeto repercute junto a população

 Câmara de Vereadores de Vilhena cria auxílio-alimentação, projeto repercute junta a população é alvo de muitas criticas.

 A Câmara de Vereadores de Vilhena aprovou, na última sessão de terça-feira (3), a criação de um auxílio-alimentação no valor de R$ 1.400 para os parlamentares, que será incorporado já neste mês aos salários de R$ 10 mil que cada um recebe


O auxílio-alimentação de R$ 1.400 será pago juntamente com o salário de R$ 10 mil que cada vereador recebe. O projeto foi criado de forma coletiva e tramitado internamente na Câmara. 

A aprovação do projeto tem gerado críticas e protestos por parte da população, que considera a medida um "mimo" e um desrespeito aos cidadãos, especialmente em um momento de crise econômica. Há campanhas online e manifestações contrárias à aprovação do auxílio-alimentação.


O que era apenas uma possibilidade em abril, tornou-se realidade nesta terça-feira, 3 de junho: a Câmara Municipal de Vilhena aprovou o Projeto de Resolução nº 60/2025, que institui um auxílio-alimentação de R$ 1.400,00 para os servidores do Poder Legislativo, incluindo os vereadores.


A proposta foi aprovada durante a sessão ordinária da Casa Legislativa de forma rápida e sem discussões em plenário, com o apoio de oito dos treze parlamentares. Votaram contra o projeto os vereadores Samir Ali, Amanda Areval, Eliton Costa e Zé Duda. O presidente da Câmara, Celso Machado, não participou da votação, pois só vota em caso de empate.


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Com a aprovação, o valor será creditado mensalmente nas contas bancárias dos vereadores já a partir de junho, ampliando a remuneração dos parlamentares, que atualmente recebem salário base de R$ 10 mil. A justificativa é equiparar o benefício ao que já é pago a outros servidores do Legislativo.


Segundo parecer favorável da Comissão Permanente de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), o auxílio é legal e constitucional. A Câmara argumenta que, por exercerem atividades dentro da estrutura legislativa, os vereadores também são considerados servidores públicos, o que daria respaldo jurídico à concessão do benefício.


A decisão gerou repercussão nas redes sociais e veículos de imprensa locais, especialmente pelo fato de ter ocorrido sem debate público e em um momento de alta sensibilidade sobre gastos do poder público. O auxílio será custeado com recursos do duodécimo repassado mensalmente pela Prefeitura à Câmara, que representa um percentual fixo da arrecadação do município.


Embora o projeto tenha respaldo jurídico, a medida tem sido alvo de questionamentos quanto à necessidade do pagamento adicional, considerando que os vereadores têm obrigação de participar apenas de três sessões ordinárias mensais.


Com a nova despesa aprovada, cada vereador passará a receber, somando o salário base e o novo auxílio, um total mensal de R$ 11.400,00.


Fonte - conesulnoticias

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