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Políticas do governo de Javier Milei têm impulsionado a mudança de argentinos para o Brasil.

As políticas do governo de Javier Milei têm impulsionado a mudança de argentinos para o Brasil. O corte de subsídios, a desregulamentação de setores econômicos (como o da erva-mate) e a reforma trabalhista resultaram no fechamento de indústrias e na redução de postos de trabalho no país vizinho.


Emissão de CPFs: O número de CPFs emitidos para cidadãos argentinos, documento essencial para trabalhar formalmente, saltou da média histórica de 8 mil para quase 40 mil anuais.Impacto no campo: Trabalhadores rurais, principalmente da província de Misiones (fronteira com o Sul do Brasil), foram fortemente afetados pela desregulamentação e migraram em busca de trabalho na agricultura e colheitas.Mercado de trabalho: 

Argentinos já figuram como a 3ª maior população de imigrantes atuando no mercado de trabalho formal brasileiro, atrás apenas de venezuelanos e haitianos.Busca por estabilidade: Além do desemprego, a precarização e o encarecimento do custo de vida empurraram a força de trabalho para buscar melhores salários e oportunidades no lado brasileiro.

Apesar dessas dificuldades, o governo argentino também registrou uma recuperação em alguns setores e implementou medidas para atrair turistas brasileiros, visando injetar dinheiro na economia local.Para mais detalhes sobre as estatísticas de imigração e o mercado de trabalho formal, você pode acompanhar os dados fornecidos pela Receita Federal do Brasil. Se você planeja documentar a sua vinda ou regularizar a sua situação, confira os passos para a Residência Permanente via Acordo do Mercosul.

Link:

O Acordo de Residência do Mercosul tem facilitado a regularização legal e permanente desses cidadãos no Brasil. Você pode conferir os trâmites e orientações oficiais detalhados diretamente na plataforma Gov.br. [1]

Fonte - google












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