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'Meu mundo': Homem preso por envolvimento na morte da irmã fez homenagem nas redes sociais um dia após crime em RO

 Poliana dos Santos Gonçalves, de 31 anos, foi encontrada morta dentro de casa com mãos e pernas amarradas. Irmão foi preso suspeito de participação no latrocínio.


“Irmã, amiga, confidente e parceira de guerra”. Foi assim que João Vitor dos Santos Gonçalves, preso na quinta-feira (24) por suspeita de participar da morte da própria irmã, homenageou Poliana dos Santos Gonçalves nas redes sociais, um dia após o crime.


Poliana, de 31 anos, foi encontrada morta dentro da própria casa, com as mãos e as pernas amarradas e os olhos vendados. O corpo também tinha várias perfurações provocadas por um objeto cortante. Foi o próprio João Vitor quem chamou a polícia.


Na publicação, ele compartilhou momentos ao lado da irmã e fez uma homenagem. Disse que ela sempre o motivava a buscar o seu melhor e lamentou promessas que não puderam ser cumpridas.

“Minha irmã, meu mundo! Tantos sonhos, tantas metas, quanto trabalho […] Sempre foi eu, você e nossa querida mãe contra o mundo, e eu lhe jurei sempre estar contigo. Esperava lhe ter por toda a minha vida, prometi que cuidaria dos seus futuros filhos e que meus sobrinhos iriam viver o melhor dessa terra. Infelizmente não pude cumprir”, diz um trecho da publicação.


João Vitor dos Santos Gonçalves, de 24 anos, foi preso na quinta-feira (24), suspeito de participar do latrocínio que teve como vítima a própria irmã, Poliana dos Santos Gonçalves, de 31 anos. O crime oconteceu em março de 2026 em Machadinho D'Oeste (RO).


Na época do crime, o caso foi comunicado à polícia pelo próprio irmão. Ele contou que percebeu que algo estava errado após colegas de trabalho entrarem em contato informando que Poliana não havia comparecido ao plantão.


Segundo o suspeito, ele foi até a casa da irmã e encontrou a porta dos fundos aberta. No local, Poliana estava morta, caída no chão do quarto, ao lado da cama.


De acordo com a delegada Maria Braga, as suspeitas sobre a participação do irmão surgiram principalmente por causa do comportamento dele.


"Frio, não esboçava sentimentos, pressa em sepultar a irmã, segundo informações, evitava se unir a família no sepultamento", afirmou a delegada.

O caso está sob sigilo. A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre as provas que levaram à conclusão de que João Vitor estaria envolvido no crime.




Por g1 RO















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