A professora Juliana Santiago, de 41 anos, foi morta a facadas por um aluno em Porto Velho, em fevereiro de 2026. O crime ocorreu em uma universidade.
O Ministério Público de Rondônia denunciou o aluno por feminicídio. Segundo a acusação, o crime foi cometido após a professora recusar investidas sexuais do estudante.
Especialistas apontam que identificar sinais iniciais de agressão é essencial para interromper a violência. O estado necessita expandir patrulhas de monitoramento para seus 52 municípios.
Rondônia registra alta de 66% nos feminicídios, com 25 casos em 2025. Até o período contabilizado de 2026, o estado já somava 5.314 registros de violência doméstica.
O Ministério Público ofereceu 37.722 denúncias baseadas na Lei Maria da Penha de 2007 a 2026. O órgão dispõe do NAVIT para acolhimento de vítimas.
Redação Princesa Web om o G1







0 Comentários