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Rondônia registra 20 novas mortes por Covid-19 e chega a 918; estado tem mais de 42 mil casos da doença

Estado soma 42.021 casos do novo coronavírus, sendo 6.203 infecções ativas. Dados foram divulgados em boletim do Governo do Estado.


Mais 20 mortes pelo novo coronavírus foram registradas em Rondônia nesta quarta-feira (5), além de 782 novos casos. Com esses números, o estado chega a 42.021 diagnósticos da doença e 918 mortes. Os dados foram divulgados em boletim diário da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa).

As mortes foram registradas em:

5 em Porto Velho - quatro mulheres, com 45, 46, 67 e 87 anos, e um homem de 47 anos
3 em Guajará-Mirim - duas mulheres, de 71 e 72 anos, e um homem de 77 anos
3 em Ariquemes - uma mulher de 38 anos e dois homens, de 47 e 92
3 em Vilhena - homens de 44, 70 e 71 anos
2 em Jaru - homens de 52 e 72 anos
1 em Ji-Paraná - mulher de 34 anos
1 em Alta Floresta - homem de 80 anos
1 em Cacoal - homem de 66 anos
Ainda de acordo com o boletim, um óbito que havia sido retirado da conta na última terça-feira (4) em Espigão D'Oeste voltou a ser considerado, pois foi excluído por engano.

Com isso, as cidades com maior número de óbitos registrados são:

Porto Velho - 572
Guajará-Mirim - 72
Ariquemes - 45
Vilhena - 24
Ji-Paraná - 22
Já as cidades com maior número de casos confirmados são: Porto Velho (22.986), Ariquemes (2.967), Guajará-Mirim (2.350), Vilhena (1.627) e Jaru (1.251).


Também foi informado que o estado tem:

34.900 pacientes recuperados;
6.203 casos ativos - que ainda estão no período de transmissão do vírus;
400 pessoas internadas, sendo 315 na rede pública de saúde;
131.126 testes já realizados;
e 792 exames aguardando resultado do Laboratório Central.
Até a terça-feira (4), dos 159 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) disponíveis na rede pública do estado, 109 estão sendo utilizados, o que representa uma lotação de 68,55%.

A situação é mais crítica na macrorregião II, que atende municípios do centro-sul do estado e engloba os hospitais de Cacoal, Vilhena e São Francisco do Guaporé. Nessa região, a taxa de ocupação está em 89,4%, sendo que o Hospital Regional de Cacoal (HRC), que é referência para o tratamento da doença, não tem mais nenhum leito disponível.

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