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IML pede material genético de familiares de desaparecidos para ajudar investigações em Porto Velho

 Entre os anos de 2019 a 2021 foram registrados 2.733 desaparecimentos em Rondônia, sendo 839 desses em Porto Velho.


Especialistas do Instituto Médico Legal (IML) em Porto Velho tentam identificar ossadas que estão no local há mais de 20 anos. O laboratório tem em torno de 70 ossadas humanas, a maioria foi arquivada como "não identificada".


Recentemente os especialistas decidiram retomar as análises, devido ao avanço das tecnologias que aumentam as chances de identificação.


"Hoje a gente têm muitos métodos já validados pela comunidade científica, tanto pela comparação de fotos do sorriso quanto pelo exame de DNA. Então esses métodos podem ser usados hoje e naquela época não podiam. Estamos fazendo o levantamento dessas ossadas e tentamos identificá-las", disse Talita Lima, perita odontolegista.


Outra análise é a antropológica do esqueleto, para estimar a idade, ancestralidade, altura e sexo.

Mesmo com as técnicas mais modernas, os especialistas dizem que ainda é importante a colaboração de familiares, principalmente quanto ao material para comparação. Quem tem uma pessoa da família desaparecida, mesmo que há muitos anos, pode procurar o IML na capital e fazer um cadastro.


"Após o cadastro essas pessoas serão encaminhadas para o laboratório de DNA para fazerem a coleta para amostra biológica", disse a perita.


Entre os anos de 2019 a 2021 foram registrados 2.733 desaparecimentos em Rondônia, sendo 839 desses em Porto Velho.

Fonte G1/RO

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