Assim é o cotidiano de um grupo de agentes disfarçados que fazem incursões, principalmente durante o período noturno.
Separados em três frentes, começando inicialmente com reconhecimento de área, avaliação de risco e infiltração para colher provas, esse serviço monitora várias organizações criminosas que operam em área de fronteira, como Brasil Bolívia fronteira de Rondônia.
Um serviço altamente qualificado e que, a cada dia, usa novas tecnologias.
No Brasil, o órgão central do Poder Executivo é a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), que trabalha exclusivamente com análises preventivas, sem poder de polícia (não podendo fazer prisões). Forças policiais (como as polícias civis e militares) e Forças Armadas também possuem departamentos próprios focados na segurança pública e defesa.
Mas também existe sistema de inteligência ligado à SENAPPEM.

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